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6 tendências que estão transformando as comunicações de Segurança Pública

6 tendências que estão transformando as comunicações de Segurança Pública

A tecnologia digital permite com que a informação seja gerada e transmitida de forma cada vez mais rápida. Com essa nova realidade o nosso jeito de se relacionar e comunicar mudou, inclusive na área da segurança pública. Por isso, listamos 6 tendências que forçam os agentes públicos e privados de segurança a acompanhar a tecnologia de comunicação e prestar um atendimento adequado a essa nova era.

Tendência 1 – Uma maior participação da cidadania.

 São cada vez mais os órgãos que buscam aperfeiçoar a interação com a cidadania, mediante a utilização de dados.  As redes sociais e certos aplicativos como Twitter e Facebook constituem uma combinação de ferramentas utilizadas para fortalecer os laços com a comunidade.  As mensagens de texto (SMS) enviadas aos centros de atendimento de chamadas 911 também fazem parte da estratégia para fomentar a participação da cidadania, ajudando os órgãos a fazerem melhor não apenas o seu trabalho, mas também a aumentar o nível de confiança da comunidade com as autoridades da cidade. 

Tendência 2 – Acesso a dados em campo em tempo real.

70% dos órgãos acreditam que é fundamental para os socorristas ter acesso aos dados em campo em tempo real. Para que isto possa ser possível, as agências devem utilizar os recursos disponíveis de maneira criativa, introduzindo tecnologias, mesmo tendo que enfrentar grandes desafios, como a falta de financiamento e de suporte técnico, por exemplo.

Acesso a dados em campo em tempo real.

Tendência 3 – Conseguir a interoperabilidade

Poder se comunicar e permanecer conectado com as jurisdições mais próximas é crucial para ampliar a cobertura e o alcance de forma instantânea, dispondo, assim, da ajuda de outros órgãos nos momentos importantes. Compartilhar conectividade nunca foi tão importante como agora; permite coordenar as tarefas entre diferentes órgãos, independentemente dos equipamentos utilizados e do lugar. 

Tendência 4 – Tecnologias colaborativas.

Quando as agências dispõem de múltiplas redes, a resposta a eventos de missão crítica se torna muito mais efetiva. Antes, apenas um pequeno número de órgãos investia em uma rede LMR. Ter acesso a uma rede de dados LTE era um sonho. Hoje em dia a realidade é bem diferente e a maioria dos órgãos está considerando investir em ambas.

COPOM da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Tendência 5 – Soluções com comprovada eficácia

Com escassos recursos e controles sociais e políticos intensificados, a construção de uma cidade mais segura pode se tornar um grande desafio.  Neste caso, fazer uma parceria com o setor privado pode ser a resposta, já que permite identificar as sinergias e otimizar a infraestrutura e a experiência adquirida.

Tendência 6 – Priorização dos investimentos em tecnologia para combater os crimes.

Em certas regiões, como a América Latina, onde a necessidade de combater a criminalidade sempre está presente na agenda dos órgãos de segurança pública, os investimentos em tecnologia têm sido uma prioridade.  A tecnologia por si só não conseguirá prevenir ou erradicar completamente a violência, mas se a sociedade e as forças da ordem pública se unirem para que esta questão seja prioritária na agenda dos representantes e dos governos em geral, maior será o poder criado para influir nas decisões.

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